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sábado, 4 de novembro de 2017

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DIÓGENES – 2016


O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, atribuído pela revista Cão Celeste e com o valor pecuniário de €1500, distinguiu, de entre os livros publicados em 2016, Nove fabulo, o mea vox | De novo falo, a meia voz, de Alberto Pimenta (Lisboa, Pianola, 2016).

A decisão do júri – constituído por Ana Isabel Soares, Diogo Dória e Hugo Pinto Santos – foi tomada por unanimidade.



[Guillaume de Tignonville, 'Les dits moraulx des philosophes', France. c. 1473 
- Free Library of Philadelphia, Lewis]

domingo, 13 de novembro de 2016

Prémio Nacional de Poesia Diógenes 2015





O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, 
atribuído pela revista Cão Celeste 
e com o valor pecuniário de €1500, 
distinguiu, de entre os livros publicados em 2015, 
A Sombra do Mar, de Armando Silva Carvalho 
(Assírio & Alvim).

      A decisão do júri - constituído por 
Diogo Dória, Rosa Maria Martelo 
e Rui Caeiro - foi tomada por maioria.

segunda-feira, 7 de março de 2016

2016


O Prémio Nacional de Poesia Diógenes é atribuído anualmente com base num sistema voluntário de subscrição, dependendo o seu valor da quantidade de subscritores. 

Cada subscritor, ao pagar €30 que reverterão na íntegra para o Prémio, recebe em troca um exemplar da tiragem especial da revista Cão Celeste (dois números por ano), numerado de 1 a 100 e assinado pelos colaboradores disponíveis. 

Deixamos, pois, aqui o repto a todos os que possam estar interessados em juntar-se a esta iniciativa, contactando-nos através do e-mail: ocaoceleste@gmail.com.




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DIÓGENES - 2014




     O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, 
atribuído pela revista Cão Celeste 
e com o valor pecuniário de €1500, 
distinguiu, de entre os livros publicados em 2014, 
Talvez Seja Essa Certeza, de António Amaral Tavares 
(Coimbra, Medula).

      A decisão do júri - constituído por 
Ana Isabel Soares, Emanuel Jorge Botelho 
e Rui Caeiro - foi tomada por unanimidade.

domingo, 21 de setembro de 2014

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DIÓGENES 2013




O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, atribuído pela revista Cão Celeste e com o valor pecuniário de €1500, distinguiu, de entre os livros publicados em 2013, Uma Viagem no Outono, de Rui Nunes (Lisboa, Relógio D’Água). 
     O júri quis homenagear a eficácia com que a forma híbrida trabalhada por Rui Nunes neste livro traduz, esteticamente, o mal-estar civilizacional em que vivemos. Esse mal-estar é mostrado na sua complexidade social, cultural e política, mas sempre através de modulações subjectivas que lhe conferem a autenticidade e o dramatismo com que é vivido singularmente por cada um daqueles que por ele são atingidos.
     A decisão do júri – constituído por Diogo Dória, Emanuel Jorge Botelho e Rosa Maria Martelo – foi tomada por unanimidade.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DIÓGENES - 2012


REGULAMENTO


1. O Prémio Nacional de Poesia Diógenes, instituído pela revista O Cão Celeste, destina-se a galardoar anualmente uma obra de autor português originalmente publicada em território nacional no ano anterior ao da divulgação do Prémio.

2. O valor pecuniário deste Prémio é de €1500,00 (mil e quinhentos euros).

3. A divulgação do regulamento é feita através da revista O Cão Celeste e do blog homónimo (ocaoceleste.blogspot.com).

4. Para apreciação do Júri, de cada livro concorrente editado em 2012 deverão ser enviados três exemplares, que não serão devolvidos, para a Rua Luís de Camões, 126, 1.º Direito, 1300-363 Lisboa, até ao dia 30 de Julho de 2013.

5. Cumpre à Direcção de O Cão Celeste eleger um Júri composto por três membros, que não poderão ser contemplados com este Prémio na condição de autores ou ter, enquanto editores, obras a concurso. Desses três membros, apenas um poderá voltar a integrar o Júri designado para o ano seguinte,

6. A deliberação do Júri assentará num critério de maioria simples.

7. O Prémio não será atribuído se o Júri decidir que nenhuma das obras a concurso o justifica.

8. Se o Júri assim o deliberar, o Prémio poderá ser atribuído ex aequo.

9. A deliberação do Júri não é passível de recurso.

10. O anúncio da obra premiada será feito assim que for conhecida a deliberação do Júri, nos mesmos órgãos em que foi divulgado o regulamento do Prémio Nacional de Poesia Diógenes.

11. A entrega do Prémio ao autor galardoado terá lugar numa cerimónia pública a definir oportunamente.

12. Os casos omissos neste regulamento serão apreciados e decididos pela Direcção da revista O Cão Celeste, cuja decisão será irrecorrível. 

domingo, 21 de outubro de 2012

PRÉMIO NACIONAL DE POESIA DIÓGENES - 2011



A cerimónia informal de atribuição do Prémio, 
seguida de uma leitura de poemas de António Barahona por Diogo Dória, 
terá lugar no próximo sábado, dia 27 de Outubro, às 18h, 
na livraria Paralelo W

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Novas criaturas surgem da terra, com as narinas mordiscando o ar,
os esquilos abundam e repetem-se como perguntas,
os vermes continuam a investigar até as folhas repetirem quem são,
mas aqui temos apenas uma calma sem estações,   
e sem história, que é tédio interrompido pela guerra.
A civilização é impaciência, um frenesi de térmitas
em redor dos formigueiros de Babel, antenas transmissoras
e mensagens; mas aqui o caranguejo-eremita acobarda-se quando encontra
uma sombra e pára até a do eremita.
Um medo escuro da minha sombra alongada, confesso,
para este caranguejo escrever “Europa” é ver aquela criança agachada
junto a um canal sujo em Rimbaud, chaminés, e borboletas, pontes antigas
e as manchas sombrias de resignação à volta dos olhos de carvão
de crianças que se parecem todas com Kafka. Treblinka e Auschwitz
descendo o rio com o fumo de barcaças industriais
e a prosa de uma página a que sacudo as cinzas,
os túmulos dos buracos de caranguejo, a ampulheta dos séculos
que passaram sobre esta baía como o pó soprado pelo harmatão
das nossas tribos, dispersando-se sobre as ilhas,
e a lua erguendo-se na sua procura, como a lanterna de Diógenes
sobre a esfinge do promontório, de equilíbrio e justiça.



Derek Walcott
[Trad. ID]